"A consciência da nossa totalidade e no tempo e o concretizava cada momento essa totalidade na medida do ato e da opção nos é tão doloroso como o parto."
Lygia Clark

 


Lygia Clark na 10° Bienal do Mercosul



Lygia Clark na ‪#‎10bienalmercosul‬

A #10bienalmercosul conta com uma participação extremamente significativa da obra de Lygia Clark (Belo Horizonte-Minas Gerais, 1920 - Rio de Janeiro-Rio de Janeiro, 1988) em quatro, das sete exposições desta edição da mostra.

Além de quatro obras da série de seus “bichos”, da década de 1960, a Bienal 10 inclui obras de grande relevância como a “Baba Antropofágica” (2012) e “Cabeça Coletiva” (1975), ambas exibidas na exposição “Antropofagia Neobarroca”, no Santander Cultural.

A emblemática proposição/obra “O Eu e o Tu” (1967), uma das mais significativas do período, foi incluída na exposição Aparatos do Corpo, na Usina do Gasômetro.

Os “bichos” “Pancubism, Versão 01” (1961 – 1983) e “Bicho” (1960) estão na exposição Modernismo em Paralaxe (Museu de Arte do Rio Grande do Sul) e ainda “Bicho” (1960) e “Bicho Caranguejo Duplo” (1960) na exposição Biografia da Vida Urbana (Memorial do Rio Grande do Sul) e Síntese (Instituto Ling), respectivamente. A Biografia da Vida Urbana, no Memorial, ainda abriga "Lygia Clark em Nova York" (2014), uma produção da Clark Produções Artísticas com direção de Daniela Thomas.

A inclusão destas obras na #10bienalmercosul (todas certificadas), só foi possível pela generosidade e envolvimento da Associação Cultural O Mundo de Lygia Clark (Rio de Janeiro), responsável pela preservação e divulgação internacional da obra da artista.

Cortesia e permissão de publicação de imagens: Associação Cultural O Mundo de Lygia Clark - [Todos os direitos reservados].

Fotos: Tárlis Schneider

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